Editado pela Nelson de Matos e de autoria de Carlos Brito, “Álvaro Cunhal – sete fôlegos do combatente”, é uma espécie de biografia daquele que foi o mais importante comunista português, escrita num tom quase intimista só possível a alguém – como aconteceu com Carlos Brito – que com ele manteve durante anos e anos um convívio estreito, quer durante a ditadura quer no pós-25 de Abril. É evidente
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