"É uma história assustadora e surpreendente: os resíduos do maior aterro clandestino do país são perigosos e pertencem ao estado português. A história começa com a privatização da Siderurgia Nacional, na Maia, em finais de 1995 e prolonga-se até aos dias de hoje. (...) O esquema foi montado por uma empresa pública e um consórcio privado - que entretanto desapareceu - não só penalizou os
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